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Atropelamentos de animais silvestres próximo ao Parque Estadual em Boa Esperança preocupam autoridades

Várias espécies de animais já foram achadas mortas por atropelamento neste ano na Serra da Boa Esperança.

10/09/2019 09h07
Por: Hudson Barbosa
Fonte: G1 /Sul de Minas
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G1 / Sul de Minas
G1 / Sul de Minas
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Os atropelamentos de animais silvestres na Rodovia MGC-369, que fica próximo ao Parque Estadual da Serra da Boa Esperança, têm preocupado ambientalistas e autoridades.

Neste ano, vários animais já foram encontrados mortos na pista. Órgãos ambientais pedem melhorias na sinalização dos trechos próximos à entrada e à saída do parque.

No parque, são 5.863 hectares de área de proteção ambiental com espécies da fauna e da flora de dois biomas brasileiros: cerrado e mata atlântica, o que multiplica a diversidade de animais que vivem ali.

"Aqui são encontram diversos exemplares, como a onça parda, jaguatirica, o lobo-guará, tamanduá-bandeira são bem frequentes e avistados aqui", disse o gerente do Instituto Estadual de Florestas, Alan Vilhena.

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Os atropelamentos de animais silvestres na Rodovia MGC-369, que fica próximo ao Parque Estadual da Serra da Boa Esperança, têm preocupado ambientalistas e autoridades.

Neste ano, vários animais já foram encontrados mortos na pista. Órgãos ambientais pedem melhorias na sinalização dos trechos próximos à entrada e à saída do parque.

No parque, são 5.863 hectares de área de proteção ambiental com espécies da fauna e da flora de dois biomas brasileiros: cerrado e mata atlântica, o que multiplica a diversidade de animais que vivem ali.

"Aqui são encontram diversos exemplares, como a onça parda, jaguatirica, o lobo-guará, tamanduá-bandeira são bem frequentes e avistados aqui", disse o gerente do Instituto Estadual de Florestas, Alan Vilhena.

Muitos dos atropelamentos de animais silvestres não são sequer registrados. Quando não causam dano ao veículo, o motorista abre mão do boletim de ocorrência e os animais ficam esquecidos à beira da estrada.

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"Você tem um curso d´água com a vegetação de certa forma exuberante, bem paralela à estrada”. Então os animais vão trafegando por aquele local e inevitavelmente vão adentrar a área da estrada.

Acho que uma questão que talvez ajudaria já seria a redução da velocidade, você utilizar alguns mecanismos como radares e quebra-molas que poderiam obrigar que o motorista diminuísse a velocidade", disse o biólogo Fábio Freire Diniz.

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